O dia mundial do Rock foi criado em 1985 devido ao "Live Aid", concerto que aconteceu simultaneamente na Filadélfia e em Londres e que tinham como finalidade arrecadar fundos para o combate à fome na Etiópia. Bandas como Judas Priest, Black Sabbath, Beastie Boys, Pretenders, entre outros, fizeram parte do evento.
E para comemorar o dia do rock nada mais justo que muito sexo, drogas* e é claro, rock and roll.
Foi um dia lindo. O primeiro dia do resto de minha vida e para comemorar o post sobre o Dia do Rock, nada mais justo do que homenagear uma das bandas que eu mais amo com que foi eleita na Inglaterra como a melhor música do século passado.
Iniciando apenas com vocais e piano ao melhor estilo do grupo, abusando do estéreo em toda a faixa, “Bohemian Rhapsody” tem uma letra que se propõe a contar uma história trágica, porém com brincadeiras verbais como “Scaramouch will you do the fandango” ou Gallileo, Gallileo, figaro magnifico”. Todas – e são todas mesmo – as características que fizeram do Queen um dos grandes nomes do rock estão lá, da suavidade de versos sussurrados por Freddie Mercury como “Nothing really matters, nothing really matters to me, anyway the wind blows...” aos gritos de “So you think you can stone and spit my eyes”, o excelente trabalho de bateria onde os pratos se destacam em climas mais densos de Roger Taylor, o baixo Fender Precision sem firulas e exato de John Deacon e, acima de tudo, pari passu com os vocais de Mercury, a guitarra de Brian May.
E para comemorar o dia do rock nada mais justo que muito sexo, drogas* e é claro, rock and roll.
Foi um dia lindo. O primeiro dia do resto de minha vida e para comemorar o post sobre o Dia do Rock, nada mais justo do que homenagear uma das bandas que eu mais amo com que foi eleita na Inglaterra como a melhor música do século passado.
Iniciando apenas com vocais e piano ao melhor estilo do grupo, abusando do estéreo em toda a faixa, “Bohemian Rhapsody” tem uma letra que se propõe a contar uma história trágica, porém com brincadeiras verbais como “Scaramouch will you do the fandango” ou Gallileo, Gallileo, figaro magnifico”. Todas – e são todas mesmo – as características que fizeram do Queen um dos grandes nomes do rock estão lá, da suavidade de versos sussurrados por Freddie Mercury como “Nothing really matters, nothing really matters to me, anyway the wind blows...” aos gritos de “So you think you can stone and spit my eyes”, o excelente trabalho de bateria onde os pratos se destacam em climas mais densos de Roger Taylor, o baixo Fender Precision sem firulas e exato de John Deacon e, acima de tudo, pari passu com os vocais de Mercury, a guitarra de Brian May.
* PS: Não se esqueçam que álcool tb é droga. [rs]
(http://whiplash.net/materias/cds/003224-queen.html)
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